TAG

IBGE

Tarifaço de Trump teve efeito “pontual” na economia brasileira, diz IBGE

Exportações cresceram mesmo com tarifaço extra imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em retaliação ao tratamento dado a Jair Bolsonaro

Nenhum estado do Nordeste chega a dois terços da renda média do Brasil

IBGE aponta média nacional de R$ 2.316 em 2025. Nenhum estado do Nordeste chegou a dois terços desse valor. Maranhão fecha ranking com R$ 1.219; RN lidera região com R$ 1.819

Nordeste quebra recordes de emprego e lidera desocupação ao mesmo tempo

Piauí registra 9,3%, maior taxa do Brasil. Bahia e Pernambuco aparecem com 8,7%. Apesar de avanços, cinco estados nordestinos atingiram mínimas históricas de desocupação mas seguiram acima da média em 2025

O metaverso engoliu a vitrine

A metáfora do metaverso ajuda a traduzir a mudança estrutural de comportamento de consumo

Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%

Setor cresceu em relação a 2024, mas com amplitude menor. Maiores vendas do comércio varejista foram registradas no segmento farmacêutico

Setor de serviços cresce 2,8% em 2025 e acumula 5ª alta anual consecutiva

Serviços profissionais, administrativos e complementares lideram com alta de 7,1%. Informação e comunicação recua 1,3% e interrompe dois anos de crescimento

Nordeste recua 0,8% na produção industrial e só Bahia tem alta em 2025

Produção industrial do Nordeste caiu 0,8% em 2025. Entre os cinco estados pesquisados pelo IBGE, apenas a Bahia cresceu (0,3%), abaixo da média nacional de 0,6%

2025: indústria cresce mais que a média do Brasil em sete estados

Espírito Santo (11,6%) e Rio de Janeiro (5,1%) assinalaram os avanços mais acentuados para os doze meses do ano, impulsionados, em grande parte, pelas atividades de indústria extrativa

Expansão do Piauí sustenta alta da produção de grãos no Nordeste em 2026

No consolidado regional, o Nordeste deverá registrar crescimento de 2,2% na produção de grãos em 2026, diz o Etene, do BNB

Indústria encerra 2025 com perda de fôlego e queda de 1,2% em dezembro

Aperto monetário e juros elevados travam investimentos na indústria e o consumo das famílias no segundo semestre
- Publicidade -

Mais Lidas

- Publicidade -
- Advertisement -spot_img