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PF faz operação contra fraudes no banco Digimais do bispo Edir Macedo

Segundo a PF, foram bloqueados mais de R$ 670 milhões
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  1. Polícia Federal deflagra Operação Miragem contra fraudes no banco Digimais do bispo Edir Macedo nesta terça-feira.
  2. Investigação aponta manipulação de demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar situação financeira real da instituição.
  3. Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão em São Paulo expedidos pela Justiça.
  4. Bloqueio autorizado atinge até R$ 670 milhões em bens e valores dos investigados pela Justiça Federal.
  5. Investigados podem responder por gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em contábeis e operações de crédito vedadas.
Polícia Federal operação PF
Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23/6), a Operação Miragem, com o objetivo de apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional supostamente praticados no âmbito da gestão do banco Digimais, do bispo Edir Macedo. Há suspeita de ocultação da real situação financeira da instituição. Segundo a PF, a ação é baseada em relatórios do Banco Central que apontam manipulação de demonstrativos contábeis e de registros regulatórios> O Digimais faria isso para aparentar solvência perante os órgãos de controle e viabilizar operações supostamente irregulares.

Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. A decisão judicial também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro e o bloqueio de bens e valores de até R$ 670 milhões.

As investigações, subsidiadas por relatórios do Banco Central do Brasil, apontam que os investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira da instituição, para aparentar solvência perante os órgãos de controle e para viabilizar operações supostamente irregulares.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de gestão fraudulenta, de inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e de realização de operações de crédito vedadas.

*Com informações da Polícia Federal

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