- Publicidade -

Supremo retoma julgamento sobre uberização, plataformas e vínculos trabalhistas

Ações na Justiça do trabalho reconheceram vínculo de emprego entre motoristas de aplicativos e plataformas. Primeiros votos dos ministros do Supremos Tribunal serão proferidos nesta quarta-feira (24)
- Publicidade -
Ouvir o Artigo Gerando áudio…
~1:36
  1. STF retoma julgamento sobre reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativos e plataformas.
  2. Rappi e Uber contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego com motoristas e entregadores.
  3. Uber argumenta ser empresa de tecnologia, não transportes, e que reconhecimento de vínculo viola liberdade econômica constitucional.
  4. Rappi alega que decisões trabalhistas desrespeitaram anteriores deliberações do STF sobre inexistência de relação formal de emprego.
  5. PGR apresentou parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e plataformas digitais.
plataformas entregadores motos STF Supremo Tribunal Federal julgamento uberização delivery
Plataformas contestam no Supremo Tribunal Federal as decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores. Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (24) o julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas, a chamada “uberização”. A sessão está prevista para começar às 14h.

O julgamento foi suspenso no dia 1° de outubro do ano passado, quando foram ouvidas as sustentações das partes envolvidas no julgamento. Na sessão desta quarta-feira, serão proferidos os primeiros votos sobre a questão.

Empresas constestam no Supremo

Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.

A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.

A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.

Durante a tramitação do caso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.

Leia mais: Escala 6×1 põe produtividade no centro do debate do trabalho

- Publicidade -
- Publicidade -

Mais Notícias

- Publicidade -