
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve prisão decretada nesta sexta-feira, mas logo revogada. Ele teria chegado a ser preso pela Polícia Federal em Brasília na manhã desta sexta-feira (13) por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, , segundo a defesa do tenente-coronel, ele não chegou, efetivamente, a ser preso.
O pedido de prisão de Mauro Cid estaria relacionado a investigações sobre uma tentativa de golpe de Estado e à suspeita de que ele buscava obter um passaporte português para facilitar sua fuga do país, o que configura possível obstrução de justiça.
Cid é réu em ação penal que apura a trama golpista após as eleições de 2022, na qual também são acusados Bolsonaro e outros envolvidos. Posteriormente, a prisão foi revogada antes da conclusão dos procedimentos policiais, mas o caso segue sob investigação.
Cid já havia sido preso anteriormente em 2023, mas foi solto após firmar acordo de delação premiada. Atualmente, ele presta depoimentos ao STF e sua situação segue sendo acompanhada de perto pelas autoridades.
Também foi preso o ex-ministro Gilson Machado. Ele é acusado de tentar obter um passaporte português para o tenente-coronel Mauro Cid, réu em ação penal sobre tentativa de golpe de Estado, com o objetivo de facilitar a fuga do país e evitar a aplicação da lei penal.
A PF suspeita de que ele poderia procurar outras embaixadas ou consulados com o mesmo objetivo, para que o tenente-coronel deixe o país.
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