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Campina Grande sedia fórum nacional para redução do Custo Brasil

Evento reúne governo, indústria e Congresso para debater soluções que destravem o crescimento econômico e melhorem o ambiente de negócios
Patricia Raposo
Patricia Raposo
De Recife CEO do Movimento Econômico [email protected]
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Cassiano Pereira
Cassiano Pereira, presidente da FIEPB e da Associação Nordeste Forte/Foto: divulgação

Campina Grande (PB) será, nesta quinta-feira (06), o centro das discussões sobre um dos principais desafios da economia brasileira: a redução do chamado Custo Brasil. A iniciativa faz parte do Diálogo sobre a Competitividade – Combate ao Custo Brasil, promovido pelo programa Brasil Mais Produtivo, e acontecerá no Auditório Domício Velloso da Silveira, na sede da FIEPB, das 15h às 17h.

O evento reunirá representantes do setor produtivo, lideranças políticas e especialistas em produtividade. A abertura será realizada por Cassiano Pereira, presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (FIEPB) e do Nordeste Forte. O fórum contará ainda com a participação do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Entre os temas em pauta estão o papel do Sistema Indústria na redução de entraves produtivos, os impactos dos custos sistêmicos sobre a população e as medidas legislativas em discussão para enfrentar o problema. Estão confirmadas as presenças do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban; do vice-presidente da CNI, Léo de Castro; do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo; do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; do senador Veneziano Vital do Rêgo; e do deputado federal Aguinaldo Ribeiro.

A programação inclui também o Roadshow Brasil Mais Produtivo, com a participação de representantes da ABDI, BNDES, Finep, Embrapii, SENAI, Sebrae e MDIC, além da apresentação de um case regional da empresa Itatex, abordando experiências práticas de ganho de competitividade.

O Custo Brasil engloba um conjunto de fatores que elevam o preço de produção e operação das empresas no país, como burocracia, logística deficiente, insegurança jurídica e encargos tributários elevados. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, o tema é considerado estratégico para o desenvolvimento sustentável e para o reposicionamento do Brasil no cenário internacional.

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