
A 41ª Rodada de Negócios da Moda em Pernambuco (RNMP) movimenta Caruaru até quarta-feira (04/03) e reafirma o município como o maior polo de moda atacadista do Norte e Nordeste. Consolidado como principal hub comercial do setor na região, o evento projeta movimentação superior a R$ 30 milhões e, em duas décadas, já alcançou R$ 619 milhões em negócios gerados.
Nesta edição, mais de mil compradores qualificados de todo o Brasil negociam com 200 expositores, distribuídos em uma área superior a 10.000 m². A força do encontro está no protagonismo de quem faz moda no Agreste: confeccionistas, pequenos empreendedores, fabricantes e lojistas que transformam produção em escala, inovação e geração de renda.
O Polo de Confecções do Agreste sustenta esse desempenho com números expressivos. São mais de 2 mil empresas formalizadas, responsáveis pela produção de 800 milhões de peças por ano e por uma movimentação estimada em cerca de R$ 5 bilhões anuais. Um ecossistema produtivo que impacta diretamente dezenas de municípios pernambucanos.
Incorporada à agenda oficial do Ministério do Turismo (MTur), a RNMP conta com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), além de parceria com entidades como Acic, Sebrae, Acit, Ascap, Sindivest/PE, NTCPE e Prefeitura Municipal de Caruaru. O evento também reúne espaços estratégicos como o “Pernambuco que Cresce”, voltado a marcas estreantes, e a ala “InoveTEX”, dedicada à inovação tecnológica e a insumos para o setor.
Para a diretora-presidente interina da Adepe, Roberta Andrade, o apoio do Governo de Pernambuco e da Adepe à iniciativa é fundamentado no fortalecimento do Arranjo Produtivo Local (APL) de Confecções, visando ampliar o acesso das empresas pernambucanas ao mercado nacional e estimular a formalização comercial no ambiente B2B. “Ao incentivar o incremento da competitividade do setor têxtil, o Estado busca impulsionar a geração de emprego e renda, além de potencializar a arrecadação tributária, consolidando o polo como um motor de desenvolvimento econômico sustentável para a região”, detalha Roberta Andrade.









