
A empresa Synapse Robotics está lançando o seu primeiro robô que pode ser usado por empresas que desejem automatizarem suas tarefas. “O Elliza pode desempenhar funções de até cinco pessoas nas áreas operacional e comercial, automatizando tudo que demanda registro de informações e que pode ser automatizado”, resume o gestor comercial da empresa, Jonas Schneider.
O robô Elliza executa tarefas administrativas, comerciais e financeiras com precisão, velocidade e autonomia — sem necessidade de programações ou integrações, segundo Jonas. Diferente das soluções tradicionais de Automação Robótica de Processos (RPA), Elliza compreende contextos, aprende padrões e realiza atividades complexas como atendimento e emissão de notas fiscais. A solução usa a a Inteligência Artificial (IA) se adaptando ao usuário de forma intuitiva.
Com sede na cidade catarinense de Tubarão, a Synapse Robotics fez um investimento de R$ 4,2 milhões nos últimos seis anos para lançar a solução. Inicialmente, a solução desenvolvida pela empresa era um software que interpretava sinais elétricos cerebrais e oculares, convertando os mesmos em comandos para o uso do computador para pessoas com limitações físicas.
A empresa vai iniciar a venda da solução este mês e pode comercializar até 2 mil licenças, em teste, em 2025. A companhia também pretende medir o impacto da tecnologia nos custos e no faturamento das empresas. A solução deve estar totalmente pronta até agosto de 2025.

A importância do robô e das novas tecnologias nos negócios
Jonas Schneider argumenta que as empresas que não investirem em novas tecnologias como a IA e outras que facilitam a automação tendem a perder competitividade no mundo dos negócios. “As empresas têm que conhecerem e compreenderem estas novas tecnologias e o que elas podem fazer pelos negócios”, comenta o gestor.
Ele diz que a implantação dessas ferramentas faz a empresa ficar mais eficiente, os funcionários terem mais tempo para se dedicarem a atividades estratégicas e se livrarem das atividades mais operacionais e de baixo valor agregado. “Ficar mais produtivo também significa reduzir custos”, conclui Jonas.
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