terça-feira, 16/04/2024

Bolsonaro estará em Pernambuco no mês de Abril

O ex-presidente Jair Bolsonaro estará em Pernambuco no próximo mês de Abril. Pelo menos, o próprio Bolsonaro e o deputado federal Fernando Rodolfo (PL) garantiram a visita para as cidades do Recife e Caruaru, ainda sem datas definidas. A agenda está sendo fechada junto ao ex-ministro Gilson Machado, que é pré-candidato a prefeito do Recife. […]
O deputado federal Fernando Rodolfo (PL) e o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, que deverá visitar o Recife e Caruaru, no mês de Abril. Foto: Reprodução/ Instagram

O ex-presidente Jair Bolsonaro estará em Pernambuco no próximo mês de Abril. Pelo menos, o próprio Bolsonaro e o deputado federal Fernando Rodolfo (PL) garantiram a visita para as cidades do Recife e Caruaru, ainda sem datas definidas. A agenda está sendo fechada junto ao ex-ministro Gilson Machado, que é pré-candidato a prefeito do Recife.

“Hoje estive com o presidente de honra do nosso partido, Jair Bolsonaro. Ele me confirmou que em breve irá para Recife e Caruaru e logo logo irá divulgar a data, que está sendo alinhada com o nosso ex-ministro Gilson Machado. Prepara o coração patriota pra receber o nosso capitão”, diz Fernando Rodolfo, em vídeo postado em suas redes sociais.

“Vamos mostrar que o nosso País é viável e vai dar certo brevemente”, diz Bolsonaro, que também deve visitar a Paraíba e Alagoas no mesmo mês. Bolsonaro está inelegível por 8 anos.

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Moraes dá 15 dias para PGR opinar sobre indiciamento de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o relatório no qual a Policia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 16 pessoas pela suposta fraude do certificado de vacinação para covid-19. Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o relatório no qual a Policia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 16 pessoas pela suposta fraude do certificado de vacinação para covid-19.

Será a primeira oportunidade para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, avaliar uma investigação envolvendo Bolsonaro. Gonet vai decidir se denuncia o ex-presidente e os demais acusados ao Supremo. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo, o procurador tomou posse em dezembro do ano passado.

O sigilo sobre o relatório da PF foi retirado hoje (19) por Moraes. Conforme as investigações, ao menos nove pessoas teriam se beneficiado de um esquema de fraude, montado pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, incluindo a esposa e três filhas, Bolsonaro e sua filha e o deputado Gutemberg Reis de Oliveira (MDB-RJ).

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Cid teria inserido informações falsas no sistema do Ministério da Saúde com o objetivo de facilitar a entrada e a saída de Bolsonaro dos Estados Unidos, burlando exigências sanitárias contra a covid-19 impostas pelos EUA e também pelo Brasil. Ambos países exigiam a vacinação contra doença para interessados em cruzar a fronteira.

Em seu perfil na rede social X, antigo Twitter, o advogado de Bolsonaro Fabio Wajngarten criticou a divulgação do indiciamento. “Vazamentos continuam aos montes, ou melhor aos litros. É lamentável quando a autoridade usa a imprensa para comunicar ato formal que logicamente deveria ter revestimento técnico e procedimental ao invés de midiático e parcial”, escreveu.

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