
Com 50.027 unidades atendidas e 339 km de gasodutos construídos em 9 municípios, a Sergipe Gás S/A (Sergas) atingiu sua maior marca histórica de clientes conectados à rede de distribuição de gás natural canalizado no estado. A companhia investiu R$ 17 milhões em 2025 na expansão da rede, que atende Aracaju, Barra dos Coqueiros, Carmópolis, Estância, General Maynard, Itaporanga d’Ajuda, Lagarto, Laranjeiras e São Cristóvão, em segmentos que incluem indústrias, condomínios residenciais, restaurantes, padarias, comércios e postos de combustíveis.
Em maio de 2025, a Sergas registrava 40.771 clientes e ocupava a 4ª posição entre as distribuidoras estaduais de gás natural do Nordeste, atrás de Copergás (PE, 100 mil), Bahiagás (BA, 83 mil) e Algás (AL, 60,1 mil), segundo levantamento do setor. O salto para 50.027 unidades representa crescimento de 23% sobre aquele patamar. A posição atual da Sergas no ranking regional depende de atualização dos dados das demais distribuidoras.
Segundo Alan Lemos, diretor-presidente da Sergas, a expansão segue diretriz do governo estadual. “A Sergas vem trabalhando de forma contínua para expandir a rede de gasodutos em diversas regiões, seguindo a orientação do governador Fábio Mitidieri e em sintonia com a política de desenvolvimento conduzida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec). Nosso objetivo é levar mais comodidade, economia e segurança para os sergipanos, ao mesmo tempo em que contribuímos para o crescimento econômico do estado”, afirmou.
Empresas migram para a Sergas
No segmento residencial, a migração para o gás canalizado elimina a dependência do botijão e reduz custos. Fabiano Quirino, síndico do Condomínio Saint Paul, quantifica o impacto. “Temos abastecimento contínuo e pagamos apenas pelo que consumimos. A economia chega a cerca de 30%“, afirmou.
No setor de alimentação, Mário March, proprietário do restaurante Papai, aponta ganhos operacionais e financeiros. “O gás canalizado traz mais conforto e tranquilidade, sem a necessidade de botijões. É um fornecimento direto, com qualidade superior. Além disso, o custo é mais vantajoso, o que impacta diretamente no lucro”, disse.
*Com informações do Governo de Sergipe
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