
Diante das recentes especulações sobre a possível substituição do superintendente Danilo Cabral no comando da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (sudene), sindicatos e entidades da sociedade civil têm se mobilizado em defesa da atual gestão.
A carta em defesa da permanência de Danilo Cabral à frente da sudene foi assinada por seis entidades representativas de setores estratégicos da sociedade civil nordestina. Entre os signatários estão o Sindipetro PE/PB, que representa os petroleiros da região; a ADUFEPE, entidade dos docentes da Universidade Federal de Pernambuco; o CREA-PE e o SENGE-PE, ligados à engenharia e à infraestrutura; além do Sindicato dos Ferroviários e do Grupo Pró-Transnordestina, que atuam em defesa da mobilidade e da retomada de grandes projetos logísticos. O grupo destaca a necessidade de garantir estabilidade institucional e continuidade das ações de desenvolvimento regional em curso sob a atual gestão da sudene.
Na nota, as entidades reafirmam apoio ao trabalho que vem sendo conduzido por Danilo Cabral, ressaltando sua postura técnica, transparente e comprometida com o desenvolvimento regional. O documento também cobra respeito à autonomia institucional da sudene e alerta para os riscos de descontinuidade em projetos estratégicos em andamento.
“O Nordeste precisa de estabilidade e visão de longo prazo. Sob a liderança de Danilo, a sudene tem recuperado protagonismo e fortalecido sua atuação em áreas-chave para a redução das desigualdades”, afirma o texto assinado também por entidades como o CREA-PE, o Sindicato dos Engenheiros de PE (SENGE), a ADUFEPE e o Grupo Pró-Transnordestina.
As manifestações ocorrem em meio a um cenário de “fritura” política do superintendente, segundo noticiado por veículos da imprensa local e nacional. Danilo Cabral, que assumiu a autarquia em 2023, tem articulado ações em áreas estratégicas como infraestrutura, energias renováveis e integração regional, defendendo uma atuação técnica da sudene, livre de pressões partidárias.
A nota das entidades também reforça que a manutenção da atual gestão é fundamental para assegurar a continuidade de políticas públicas estruturantes para o Nordeste. “Não se trata de um nome, mas de um projeto de desenvolvimento regional que está sendo conduzido com seriedade”, conclui o manifesto.
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