Fernando de Noronha terá veículos elétricos, ecopostos e usinas solares

Energia será suficiente para suprir a frota de Fernando de Noronha. Uma das usinas solares terá sistema de armazenamento para utilização à noite

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O Arquipélago de Fernando de Noronha vai ampliar o sistema de mobilidade com energia limpa, com a inserção de 18 veículos elétricos e a instalação de 12 ecopostos. A iniciativa é uma parceria entre o Governo de Pernambuco e a Neoenergia e prevê também a construção de mais duas usinas solares – uma delas com sistema de armazenamento para utilização à noite. A energia gerada será suficiente para suprir a frota de veículos, incluindo quatro buggys.

Fernando de Noronha, foto Eduardo Domingos/Pixabay

As ações fazem parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Neoenergia, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além do Governo de Pernambuco, integram a parceria a Renault, WEG, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), IATI, CPqD, eiON e Incharge.

Segundo o governo estadual, os veículos elétricos serão incorporados às principais atividades econômicas da ilha, como trade turístico, administração distrital e à própria operação da Neoenergia. A intenção é que o projeto seja mais um passo para a descarbonização de diversos segmentos econômicos do arquipélago.

Os 12 novos ecopostos de Fernando de Noronha serão instalados em locais estratégicos da ilha e disponibilizados para todos os carros elétricos do arquipélago. Serão oito pontos com potência de 22 KW, que possibilitam uma recarga mais rápida, e outros dois com potência de 7,4 KW.

Dois deles terão suporte V2G – o veículo poderá utilizar a estação para recarga ou para retornar a energia não utilizada, como em eventuais períodos de alta demanda da rede. O abastecimento desses postos será totalmente feito com energia limpa, fornecida pela geração fotovoltaica das duas novas usinas solares.

As informações geradas pelo projeto serão analisadas para darem suporte a projetos de viabilidade dos modelos de negócios, com a produção de um mapa para orientar futuras ações.


Leia também – Fernando de Noronha: Bioacústica em favor da biodiversidade e do turismo

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