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ESG aperta o cerco sobre a cadeia da pecuária, mas Masterboi dá o exemplo

Há poucos dias, a Masterboi recebeu o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, iniciativa voltada ao controle das emissões de gases de efeito estufa

De Recife
CEO do Movimento Econômico
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~4:43
  1. Pecuária sob pressão ESG busca comprovar origem do gado e regularidade de toda cadeia produtiva.
  2. Rastreabilidade individual de animais desde nascimento até abate ganha importância econômica e sanitária.
  3. Masterboi recebe Selo Prata do GHG Protocol após inventário completo de emissões corporativas.
  4. Empresa pernambucana atinge conformidade total em auditorias do Ministério Público Federal há quatro anos.
  5. Fornecedores indiretos enfrentam maior rigor no controle ambiental e social da cadeia bovina.
Guilhermina Bezerra vice-presidente da Masterboi
Guilhermina Bezerra, vice-presidente da Masterboi/Foto: divulgação

Na mesma medida em que a pecuária, especialmente a bovina, passa a ser pressionada pelas exigências ambientais, sociais e de governança, empresários do setor correm para adaptar processos, ampliar controles e dar mais transparência à produção.

O setor tem sido chamado a comprovar a origem dos animais e a regularidade de toda a cadeia, demonstrando que o gado não passou por propriedades associadas ao desmatamento ilegal, à invasão de terras públicas ou a áreas ambientalmente embargadas.

O desafio aumenta quando entram em cena os fornecedores indiretos — fazendas de cria e recria que adquirem animais de outras propriedades e, posteriormente, os vendem a produtores que negociam diretamente com os frigoríficos. Têm aumentado as exigências para que o controle não se limite ao fornecedor final, mas alcance parte relevante do caminho percorrido pelo gado.

Por isso, a rastreabilidade de toda a vida do animal ganha importância econômica. O mercado pressiona pela adoção de sistemas individuais ou por lotes, capazes de acompanhar o bovino desde o nascimento até o abate. A digitalização desse processo, além de atender às exigências ambientais e sanitárias, tende a influenciar o acesso ao crédito, aos grandes compradores e aos mercados mais exigentes.

Outro ponto de pressão está nas emissões de gases de efeito estufa. A pecuária é cobrada pelo metano liberado durante a digestão dos ruminantes, além das emissões associadas ao manejo dos dejetos, às pastagens degradadas e às mudanças no uso da terra.

A pernambucana Masterboi vem avançando nessa agenda ampla, com o controle do gado adquirido para abate, inclusive por meio da adoção de brincos para a rastreabilidade dos animais.

Há poucos dias, a empresa recebeu o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, principal iniciativa nacional dedicada à contabilização e à divulgação das emissões de gases de efeito estufa. O reconhecimento veio após a conclusão do primeiro Inventário de Emissões da companhia.

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O trabalho alcançou todas as unidades operacionais e incluiu os Escopos 1, 2 e 3. Isso significa que a empresa levantou não apenas as emissões diretas de suas atividades e aquelas relacionadas ao consumo de energia, mas também as geradas ao longo da cadeia de valor, como as provenientes de fornecedores, transporte e logística.

Os dados foram publicados no Registro Público de Emissões, seguindo a metodologia internacional do GHG Protocol. De acordo com a vice-presidente da Masterboi, Guilhermina Bezerra, medir as emissões, rastrear os animais e monitorar fornecedores deixam de ser apenas ações institucionais para se tornar parte da rotina da empresa.

Não é por acaso que a Masterboi vem alcançando 100% de conformidade na auditoria do Ministério Público Federal há quatro anos consecutivos, dando exemplo de controle socioambiental na cadeia da pecuária nacional.

Serra do Pereiro

A microrregião cearense da Serra do Pereiro alcançou a 15ª colocação nacional e a 4ª posição na área de atuação do Banco do Nordeste em ranking do setor de telecomunicações elaborado pelo Etene. Em 2024, o território registrou R$ 8,7 milhões em remunerações pagas aos trabalhadores do segmento, ficando trás apenas de Fortaleza, Recife e Salvador no Nordeste, superando Natal, Teresina, Maceió, João Pessoa e Aracaju. O desempenho se deve à empresa Brisanet , que mantém no município a sua sede.

Feirão de imóveis da Pode+  

De 31 de julho a 31 de agosto, será realizado o primeiro Feirão da Incorporadora Pode+, linha popular da ACLF Empreendimentos, focada em quem quer sair do aluguel e conquistar o apê próprio. O evento vai acontecer no Piso L1 do Paulista North Way Shopping. O feirão traz condições inéditas e especiais para quem tem renda familiar a partir de R$ 1.750: as parcelas custam a partir de R$ 199 e os compradores podem utilizar financiamentos de programas federais e estaduais, garantindo subsídios de até R$ 75 mil para facilitar a compra.

Carrilho Incentiva

A Construtora Carrilho promove, na próxima sexta feira (24), às 18h, no JCPM, o evento Melhores do Ano. Além de premiar os destaques comerciais do primeiro semestre, a ocasião marcará o anúncio das cinco imobiliárias parceiras que integrarão o programa Carrilho Incentiva no segundo semestre. A iniciativa patrocina ações de marketing das imobiliárias selecionadas para impulsionar vendas.

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