- Publicidade -

Fórum Nordeste de Economia Circular chega à 2ª edição em Recife

A programação integra a programação oficial do REC’n’Play 2025
- Publicidade -
economia circular
Economia circula/Imagem criada por IA

O II Fórum Nordeste de Economia Circular (FNEC) será realizado em Recife (PE), entre os dias 16 e 17 de outubro, reunindo 150 lideranças, entidades público-privadas e personalidades internacionais em torno de soluções estratégicas para o desenvolvimento sustentável da região.

Com atividades abertas ao público, o FNEC promoverá dois dias de programação totalizando cerca de 60 horas de conteúdo, entre plenárias, keynotes, painéis, podcasts, workshops, oficinas e mentorias. As ações acontecerão em três polos do Recife Antigo: Paço do Frevo, Pavilhão da França e Casa Marta Almeida.

Entre as instituições participantes estão Fundação Ellen MacArthur, MDIC, Pacto Global, AMBIPAR, Novelis, HUB ODS, Waste Data, CETENE, LABTEX Recife, FIEB, Heineken, Reciclatas, Santa Rosa Engenharia, Cazoolo, Instituto Banco Palmas, Rede NOZ, Somos Verda, ANGU das Artes, MinC e REPAM, além de outras organizações ligadas à sustentabilidade e à inovação social.

A conferência também contará com nomes internacionais como John Wesley Days Jr. (diretor do The Lion Shade Group BR) e Ekaterina Egorova (especialista russa em economia circular), além do secretário de Meio Ambiente Daniel Coelho, Ana Kariri (liderança indígena), Milena Lumini (Fundação Ellen MacArthur), Sissi Alves (MDIC) e Joaquim de Melo (criador do Banco Palmas).

Segundo a embaixadora do Movimento Reinventando Futuros, Liu Berman, o FNEC busca reposicionar o Nordeste como protagonista da Indústria Criativa Nacional, setor que já representa 3,59% do PIB brasileiro, segundo a FIRJAN.

Apresentado pelo Movimento Reinventando Futuros, com execução da LB Circular e patrocínio do Governo Federal, FINEP, Sudene, MIDR, MCTI e MEMP, o evento conta com o apoio de instituições como PNUD Brasil, Instituto Clima e Sociedade, Consórcio Nordeste, Pacto Global da ONU – Rede Brasil e Fundação Ellen MacArthur. O fórum propõe um espaço democrático para repensar os atuais modelos de produção, consumo e descarte nos nove estados nordestinos.

“A economia circular é uma ferramenta essencial para promover sustentabilidade, inovação e desenvolvimento regional. O FNEC conecta comunidades, empreendedores e governos para discutir soluções práticas, valorizando recursos locais e gerando impactos sociais e ambientais concretos”, afirma Berman.

Programação

Pré-abertura
No dia 15, o evento inicia com uma cerimônia restrita no Paço do Frevo, sob o eixo “Criatividade”. O keynote internacional será ministrado por John Wesley Days Jr., reconhecido pela atuação na ONU. A programação oficial começa dia 16, às 10h, com a mesa “Economias da Vida: Se não agora, quando?”, mediada por Liu Berman e com a presença de Ana Maria Kariri, coordenadora do Coletivo Nacional Tuxaua Rede de Saberes Indígena. Também ocorre a primeira mentoria “Reinventando Futuros”, realizada em parceria com A Roda Design Circular. Durante a tarde, o Paço do Frevo recebe sete sessões de debate, podcasts e o Circulab, atividade formativa gratuita inspirada na Agenda 2030 da ONU.

O último dia será marcado pela oficina “Mulheres nas Economias de Impacto”, às 10h, na Casa Marta Almeida, além de seis plenárias e três episódios de podcast.
Também estão previstas oficinas da Rede NOZ, com Carla Tennenbaum (Ideia Circular) e Carla Pereira (Rede NOZ), além da participação de Joana Darc Ferreira (REPAM), Dirceu Marroquim (Segesp-PE) e Ekaterina Egorova.

Futuro do FNEC

Com agenda definida até 2032, o FNEC tornou-se uma plataforma estratégica de integração regional, promovendo edições anuais em todos os estados do Nordeste. Depois de Salvador (BA) em 2023 e Recife (PE) em 2025, o circuito seguirá para o Ceará (2026), Alagoas (2027), Maranhão (2028), Piauí (2029), Paraíba (2030), Rio Grande do Norte (2031) e Sergipe (2032).

Para o secretário nacional do Artesanato e do Microempreendedor Individual, Milton Coelho, o FNEC é um espaço de fortalecimento da inovação e da sustentabilidade.

“A economia circular é um caminho de inclusão produtiva, valorização do artesanato e da criatividade nordestina, gerando impacto social e oportunidades reais para microempreendedores e pequenos negócios”, destacou.

Integrando a programação oficial do REC’n’Play 2025, o evento reforça o papel de Recife como polo estratégico de sustentabilidade e um dos principais centros de preparação para a COP-30.

- Publicidade -
- Publicidade -

Mais Notícias

- Publicidade -