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Eletrobras é privatizada por R$ 100 milhões

Os recursos oriundos do FGTS responderam por R$ 6 bilhões em aquisições de ações da Eletrobras. O investidor individual  aportou R$ 9 bilhões, ou 27% do total e o restante ficou com participação direta adquirida por meio de corretoras.
Patricia Raposo
Patricia Raposo
patricia.raposo@movimentoeconomico.com.br
Investimento na subestação do Piauí vai dar mais segurança ao sistema, principalmente na troca de energia entre as regiões
Linhas de transmissão de energia, energia elétrica/Foto: Agência Brasil

A Eletrobras foi vendida nesta terça-feira (14) por R$ 96,6 bilhões, deixando de ser controlada pela União. Agora, o governo detém  pouco mais de 40% do capital social da companhia e a companhia passa a ser figurar entre as 10  mais valiosas da bolsa brasileira.

No modelo adotado neste processo de privatização, houve uma diluição da participação do governo com a emissão de novas ações da empresa. O preço das ações ficou em R$ 42.

Os recursos oriundos do FGTS responderam por R$ 6 bilhões em aquisições de ações. O investidor individual  aportou R$ 9 bilhões, ou 27% do total e o restante ficou com participação direta adquirida por meio de corretoras.

A Eletrobras detém 1/3 da geração do Brasil e quase 50% das linhas de transmissão de energia de alta tensão, aquelas que transportam a energia para outras empresas, como as distribuidoras estaduais de energia, que vendem a mesma para o consumidor final. A estatal também é dona da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), entre outras estatais.

A empresa teve receita líquida no primeiro trimestre de R$ 9,1 bilhões, 12% acima de igual período de 2021. O lucro líquido passou de R$ 1,6 bilhão para R$ 2,7 bilhões nessa mesma comparação.

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Leia também: A B3 faz cerimônia para celebrar venda das ações da Eletrobras nesta terça-feira (14)

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