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Tecnogera investe R$ 50 milhões no Nordeste

O faturamento da Tecnogera no Nordeste cresceu 21% no ano passado
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Diretor de Novos Negócios da Tecnogera, Jorge Moreno, diz que a eletrificação é um caminho sem volta. Foto: Tecnogera/ Divulgação

A empresa paulista Tecnogera vai investir R$ 50 milhões no Nordeste até o final deste ano em frota, infraestrutura, abertura de novas filiais e ativos, principalmente de geração de energia, como geradores. A empresa vende soluções de energia temporária e inovação na segurança do trabalho em altura e considera que a região tem um grande potencial para o crescimento dos seus negócios.

A companhia fechou o ano de 2024 com um aumento de 21% no faturamento do Nordeste (R$ 69.513.998), em comparação com 2023, quando faturou R$ 57.346.175 na região. São nove filiais, espalhadas pela Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco. No País inteiro, o faturamento ficou em R$ 550 milhões no ano passado.

A empresa investiu recentemente mais de R$ 3 milhões no escritório do Ceará e obteve uma boa performance. Na filial de Fortaleza (CE), o número de pedidos cresceu 89% no ano passado. “A expansão da Tecnogera no Ceará foi impulsionada por uma crescente necessidade por soluções eficientes em energia temporária, que garantam a continuidade das operações em diversos setores e por soluções inovadoras para segurança no trabalho em altura que assegurem a integridade dos profissionais”, comenta o diretor de Novos Negócios da Tecnogera, Jorge Moreno.

Na Bahia, a empresa possui filiais em Simões Filho, Luís Eduardo Magalhães e Vitória da Conquista. Lá a busca por soluções em energia também cresceu com um aumento de 17% em número de pedidos em 2024, passando a ser a quarta maior operação da empresa no Brasil.

Como funciona o serviço da Tecnogera

“O cliente não fica com o ativo. Ele paga a Tecnogera um aluguel. E este aluguel inclui toda a cadeia de serviços, como a geração, operação, instalação e manutenção”, explica Jorge Moreno. E complementa: “cada vez que a empresa se aproxima mais do cliente final, mais competitiva a companhia fica, chegando mais rápido na solução, que muitas vezes é emergencial”.

Além das soluções temporárias de energia – com geradores móveis a diesel, biodiesel, gás natural e biogás -, a empresa faz também testes de parques eólicos e solares antes deles serem conectados à rede numa fase pré-operacional e também vende serviços que podem ser feitos por plataformas elevatórias, que usam baterias de lítio. As plataformas podem levar os operadores a uma altura que varia de 6 a 60 metros.

Por enquanto, a empresa está usando as baterias nas plataformas elevatórias, mas está fazendo testes – juntando várias baterias de lítio – que podem armazenar energia, temporariamente, e fornecer soluções de energia com baterias sobre rodas para empresas e eventos. “Queremos avançar na eletrificação de ativos que hoje são (geradores) a diesel ou a gás. No futuro, serão substituídos por baterias. A eletrificação é um caminho sem volta”, conclui. As baterias usadas pela empresa são fabricadas na China.

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