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Melhora nas chuvas e mais geração darão alívio na conta de luz em dezembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária passará da vermelha patamar 1 em novembro para amarela na conta de luz em dezembro
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Em dezembro, a bandeira será amarela, com custo reduzido para R$ 1,88 a cada 100 kWh na conta de luz. Foto: Pixabay/Reprodução

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária em vigor no mês de dezembro será amarela, o que representa redução na cobrança extra nas contas de luz. Em novembro, esteve em vigor a bandeira vermelha patamar 1, com custo adicional de R$ 3,97 por 100 quilowatts-hora (kWh). Com a nova sinalização, a cobrança será de R$ 1,88 a cada 100 kWh, uma queda de mais de 50%.

Segundo a Aneel, a mudança reflete melhora nas condições de geração elétrica, com menor custo marginal de operação, redução da dependência de usinas térmicas e expectativa de melhora no regime de chuvas. A agência destacou que, mesmo com níveis ainda baixos em alguns reservatórios, o sistema opera com equilíbrio e não há risco de desabastecimento.

Redução ocorre após aumento do consumo e uso de térmicas

A bandeira vermelha havia sido acionada em novembro por causa do aumento no consumo — impulsionado por altas temperaturas — e do uso mais intenso de usinas térmicas, com custo de geração mais elevado. A decisão de agora indica cenário mais favorável para o mês de dezembro, embora ainda exija atenção com o uso racional de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias serve como um mecanismo de transparência para os consumidores, sinalizando os custos reais da geração elétrica e permitindo ajustes mensais conforme as condições operacionais.

Sistema de bandeiras tarifárias na conta de luz

O modelo de sinalização tarifária da Aneel prevê quatro categorias:

  • Verde: sem cobrança adicional;
  • Amarela: R$ 1,88 por 100 kWh;
  • Vermelha patamar 1: R$ 3,97 por 100 kWh;
  • Vermelha patamar 2: R$ 9,49 por 100 kWh.

A expectativa da agência é de que, mantidas as condições atuais de geração e o padrão de chuvas, não haja necessidade de retorno às bandeiras vermelhas no curto prazo. A próxima definição será divulgada no final de dezembro.

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